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Para os participantes da PREVES, a área destinada ao seu acesso está liberada.

Neste primeiro momento, estão disponíveis os dados cadastrais.

 

No dia 27/02/2015 no auditório da SEGER, aconteceu a primeira palestra do ano sobre a PREVES.

Ministrada pelo Diretor Presidente da Fundação Alexandre Wernersbach Neves, foram apresentadas as novas diretrizes da organização para este ano além de informações esclarecedoras sobre a Previdência Complementar. 

A Previdência Social consolidada do setor público e setor privado tornou-se um monstro, cujos déficits a estão levando para uma situação financeira insustentável e com alto conteúdo de injustiça social. Na União, apenas 1 milhão de servidores públicos e militares provocam um déficit superior ao valor dos 27 milhões de trabalhadores do setor privado cobertos pelo INSS. É uma situação causadora de concentração de renda e desigualdade social que, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os programas de transferência de renda não conseguem compensar.

Na era dos smartphones, surgem diversos aplicativos no mercado para facilitar a vida do usuário.

Estes softwares podem ser utilizados para administrar informações, solucionar necessidades do cotidiano, automatizar processos organizacionais, etc.

 

Hoje já estão disponíveis aplicativos destinados a calcular seus investimentos para conquistar uma saúde financeira ao final da vida laboral.

“A oferta de previdência complementar para os servidores é seguramente uma prioridade para o governo”, diz o Secretário de Políticas de Previdência Complementar, Jaime Mariz, a quem os fatos andam insistentemente dando razão. Janeiro de 2015 chegou ao seu final com mais um fundo de pensão criado em um estado. Já no primeiro mês do novo ano o governador Rui Costa (PT) sancionou o projeto de lei, o  PL./21.024/2014,  que institui o novo regime   para o funcionalismo público estadual e cria a Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos do Estado da Bahia – PREVBAHIA.

 

Esta é na verdade uma roda que gira cada vez mais rápida. Além da União, com suas Funpresps atendendo ao Executivo, Legislativo e Judiciário, já contam com entidades consolidadas São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Minas está perto disso.

Os fundos de pensão brasileiros são apoiadores há quase uma década do “Carbon Disclosure Project” (CDP) e, há um pouco menos tempo do que isso, também de uma iniciativa das Nações Unidas chamada de “Princípios para o Investimento Responsável”, mostrando com isso um sistema de previdência complementar profundamente preocupado em associar a sua atividade investidora à busca da preservação do meio ambiente. Mas, claro, ser sustentável é muito mais do que isso e, por conta dessa percepção, a Abrapp e suas associadas lançaram três edições do “Relatório Social”, nos anos de 2007, 2008 e 2010. Pois ontem (13), no Rio de Janeiro, essa caminhada registrou mais um extraordinário passo, com o lançamento de uma nova publicação com uma nova metodologia e muito mais informação.