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Brasília, 06/05/2015 – Nota divulgada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aos participantes e dirigentes das entidades de Previdência Complementar:

“Tendo em vista as reportagens veiculadas por alguns veículos de comunicação nas últimas semanas e, com o intuito de informar entidades e participantes, a Previc vem a público prestar os seguintes esclarecimentos: 

O sistema não apresenta problemas de risco agregado de insolvência. O segmento é sólido, seguro e com grande potencial de crescimento. Há quase quatro décadas que o sistema paga, religiosamente em dia, as obrigações assumidas com seus participantes. Eventuais situações pontuais de desequilíbrio de planos têm sido objeto de estreito acompanhamento por parte da Previc.

Em atendimento ao princípio de transparência previsto na Resolução CGPC nº 23/2006 e CNPC nº 02/2011 do Ministério da Previdência Social, a PREVES disponibiliza o Relatório Anual de Informações referente ao exercício de 2014. 

Neste material o participante poderá acompanhar a gestão da PREVES no ano de 2014, bem como as diretrizes para o ano de 2015. 

 

Confira 

 

 

Cinco estados brasileiros já possuem entidades de previdência complementar criadas e em funcionamento até agora: São Paulo (SP – PREVCOM), Rio de Janeiro (RJPREV), Espírito Santo (PREVES), Minas Gerais (PREVCOM – MG) e Bahia (PREV-BAHIA) Fora estes, outros seis estão em uma situação em que se recomenda fazer imediatamente o mesmo,  segundo estudo produzido pela GAMA Consultores Associados e que contou com a colaboração do Ministério da Previdência Social, através de dois de seus órgãos, a Secretaria de Políticas de Previdência Complementar (SPPC) e a Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS).

Os estados aos quais se recomenda a criação e implementação imediata do regime de previdência complementar para os seus servidores são o Paraná, Distrito Federal, Santa Catarina, Goiás, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. A GAMA montou esse ranking a partir da atribuição de uma nota a cada uma das 8 variáveis selecionadas e a partir das quais chega-se a uma nota final variável entre zero e cem.

 

Nos últimos 100 anos, a expectativa de vida dos habitantes do planeta aumentou significativamente. Este aumento afeta diretamente o déficit da nossa previdência.

 

Segundo a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social, através do Relatório do Banco Mundial sobre o Envelhecimento da População Brasileira e Implicações na Previdência, os gastos com previdência social, que representam 10% do PIB brasileiro em 2005, podem chegar a 22,4% do PIB em 2050. Segundo o estudo, o Brasil, que já tem gastos altos com seguridade social, precisa fazer novas reformas no sistema previdenciário, como as realizadas em 1999 e 2003.

Instituído há mais de 120 anos, o sistema previdenciário dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, era um regime associado diretamente ao vínculo funcional do servidor, no qual o Estado era o seu único mantedor.